Estou te ouvindo, com direito à uma organização, separando os arquivos e tudo mais. Preferiria suas palavras, letras, frases, qualquer coisa desde que seja seu. Óbvio. Ao mesmo tempo, fico sem saber, se você lê este texto, por exemplo, e se me acompanha de alguma forma. Isso é tão importante quanto o entendimento vago que é isso mesmo, que você quer que eu escreva pra dar notícias sobre mim: meus sentimentos, pensamentos, etc. Vamos lá.
Estou no trabalho de artesão com a música. Me sinto só e me sinto acompanhado como qualquer ser humano. Querendo me afastar das subjetividades (amanhã poderá ter uma) negativas e machistas. O orgulhoso ''besta'' das pessoas, tem sido quebrados por manifestações espontâneas positivas.
Bom, se você me perguntar,- mais uma vez me questiono se estou sendo lido, ou falando sozinho- se você me perguntar se é essa a vida que eu quis, te digo que não. Tem lugares melhores e coisas mais produtivas pra se fazer. O trabalho solitário - porém não isolado! - é digno de grandes reflexões. O seu sentido idem.
Porém, é o que há. É o que é. E não há isso de se conformar ou não. Minha posição não é, nem inferior, nem superior à sua. ''Cuida de sua vida que cuido da minha''. Então, pra que isso?
Abraço!
segunda-feira, 8 de março de 2010
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