sábado, 6 de fevereiro de 2010

V

Depois disso, tudo esfriou, partir ao poucos, pra ‘’outra’’. Partir aos poucos este, que teve até um ‘’trote’’, onde fui muito bem tratado por ela. Muito bem tratado é uma ironia. Enfim, acabou-se um ciclo, uma era, e recomeça outro, como tudo que começa e termina na vida. Ou que recomeça por ainda não ter, emfim, terminado.

Vejo, vi a sensação de poder, não a sensação de superioridade, mas a sensação de poder, típica dos jornalistas. Que tem o ego inflamado, tal qual os artistas. Nisso eles não estão sós, seja esta sensação contínua ou momentânea. Senão fosse por mim, talvez não a condenaria. Mas as coisas estão quase que niveladas na mesma superfície. Quem que aparecer que apareça, mas que fique preso a este processo por resto da vida, lembrando que um dia se perde... Ou se perde mais de uma vez, alterando na escala de ganhar ou perder o ego.

Quando lêem este texto, posso parecer à margem, ingênuo, inocente a observar o meio mídiático, e esta fazendo seu festim, semelhante à primavera. Escrevi tudo isso pra chegar em um ponto simples. Escrevi isso tudo somente pra chegar neste ponto. E pra chegar neste ponto, tudo que foi escrito foi necessário.

Queria dizer somente que fora essas coisas todas negativas, ruins, que aconteceram, você me deixa muito feliz. Se deixar de ser você, a felicidade continua. Não sei dizer porque a tamanha felicidade e não precisaria fazê-lo portanto. Sei que habito essa dimensão ou coisa imensa, imensidão E este sou eu e digo. Quem me dera dizer em uma palavra, pois uma palavra basta.

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