quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

VII

Bom, escrevi sobre a questão do corpo e sua linguagem no meu último texto. Um esclarecimento: Escrevo, escrevi, de forma esporádica, sem saber se fui objetivo ou não, ou se segui às regras gramaticais ou não. Também escrevi sobre um dos presentes que daria pra ela, se fossemos casados ou namorados, e pus um porém, e este porém, em suma, são as condições que a gente se encontra. Pra por defeito e criticar é fácil. Digo ainda : É frágil. Se é que isso é.

O que me salva é a minha despreocupação com o texto e seu resultado. Não tenho obrigação nenhuma de ficar escrevendo textos sobre a mulher amada. Não faço revisões. Escrevo por escrever, como se estivesse numa ilha, com um diário em mãos. Simplesmente isso. E ponto final.

Fiquei sabendo há pouco tempo que ela não é mais casada, o que não quer dizer que eu venha a fazer alguma coisa, como se esperasse essa oportunidade. Hoje não, ontem sim. De qualquer forma, pra mim ela nunca foi casada ou bem casada. Aquele trem transcidental, de alma, etc. O que não quer dizer, que esse desapego, e racionalidade diga que o amor diminuiu. O amor pra mim é uma constante, e uma independencia.

Que que eu faço além de esperar por um lado, e agir, ainda que lentamente, pelo outro? A espera vem das justificativas, o agir vem das possibilidades. O esquecimento de ambas pode trazer novos caminhos, ainda que desconhecidos. No fundo, no fundo, o profundo ainda é meu mundo, e seu mundo. Que façamos então isto.

Abraço

Nenhum comentário:

Postar um comentário